Mensagens para Ministros Extraordinários

Acompanhe as mensagens. Publicações toda segunda-feira!


18/09/2017

Comunhão aos cuidadores

Todos os que não podem ir à comunidade, têm o direito de receber a Comunhão em casa, desde que estejam preparados. Os enfermos e os idosos impedidos de ir à Igreja não só têm esse direito, como a comunidade tem a obrigação de ir até eles. Porém, os que cuidam deles têm esse mesmo direito, pois estão a serviço de quem está incapacitado de participar da celebração comunitária. É bom lembrar que a maioria dos cuidadores têm que fazer muitas renúncias para estarem disponíveis de quem cuidam. E devem dar a eles toda a atenção possível. Se, chegando para dar a Comunhão, o ministro percebe que tem menos hóstias do que necessário, pode dividi-las (facioná-las) para que ninguém fique sem comungar. Quem pode ir à Igreja, deve receber a Comunhão da Igreja, participando das celebrações.

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11/09/2017

A Comunhão aos Enfermos

Ao levar a Comunhão aos Enfermos, você ministro, o vai em nome da comunidade/Igreja. Já que o enfermo não pode ir à comunidade. a comunidade vai até ele. Isso significa que Jesus Eucarístico é, também, sinal da comunhão existente na comunidade. Prepare bem e com simplicidade esse momento. Faça uma celebração breve mas com muita fé. Não dê lições de doutrina ou de moral; antes, partilhe com o enfermo o Evangelho. Evangelize e deixe-se evangelizar por ele. Lembre que a pessoa a sua frente é amada por Jesus de um jeito especial, por estar carregando uma cruz, a da doença. Seja para ela um “Cirineu”; leve a ela Jesus sacramentado, mas também ofereça o seu ombro amigo e solidário.

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04/09/2017

Purificação Pós-Comunhão

A purificação do cálice, da patena e dos cibários após a Comunhão nas missas devem seguir as normas diocesanas. No Brasil há dioceses em que os bispos recomendam que apenas os ministros ordenados o façam, e outras dioceses em que fica a critério do pároco estabelecer se os ministros extraordinários podem ou não fazê-la. Portanto, é necessário estar atualizado para agir em unidade com a Igreja Particular de que se faz parte. Não deixe de pedir orientações aos colegas ministros mais experientes. Também é interessante convidar o pároco para as reuniões dos ministros, ocasiões em que se pode aproveitar para atender melhor as normas dioceses. O bom entendimento entre presbitério e ministro extraordinário previne possíveis “erros” e aperfeiçoa o serviço prestado pelos ministros extraordinários.

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28/08/2017

Negar ou não a Comunhão

Não devemos negar a Comunhão a ninguém, a não ser por recomendação do Bispo ou do presbitério. Nesse caso cabe a eles a explicação, a quem se nega a Comunhão, o porquê da negação. O ministro extraordinário, porém, pode ou não negar, mas adiar a Comunhão, em dois casos, a saber: 1. Quando uma criança que ainda não fez a Primeira Comunhão apresente-se para recebê-la, e, 2. Quando uma pessoa embriagada ou temporariamente impedida de ter a consciência do que está fazendo (por uso de drogas, por exemplo) quer comungar. Em ambos os caso, deve-se agir com atenção e caridade. Na dúvida, a saída é sempre a mesma: consultar, assim que possível, o pároco. Ele é o cooperador do Bispo na paróquia e sabe que orientações são por ele (Bispo) emanadas para a sua Igreja Particular.

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21/08/2017

Uma ou duas espécies

A comunhão sob uma espécie (só o Corpo ou ó o Sangue) ou sob as duas espécies (o Corpo e o Sangue) dada a quem se aproxima para comungar contém o Cristo todo. A Igreja vem recomendando ultimamente, com a insistência, que se retorne à prática da Comunhão sob as duas espécies, já que ela representa de modo mais fiel o que a Comunhão é: Jesus Cristo verdadeiro, único Senhor. Cabe aos presbíteros e diáconos, e portanto também aos ministros extraordinários, conhecerem as determinações do Bispo, e agirem de acordo. A Comunhão sob as duas espécies exige cibários e cálices apropriados, bem como a formação dos comungantes. Estes têm o direito de serem informados como devem proceder ao comungar. Em suma, faça-se o que determina o Bispo.

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14/08/2017

A distribuição da Comunhão fora da Missa

Entendemos aqui “fora da Missa” apenas quando, numa celebração, não há a presença do ministro ordenado (diácono, presbítero ou bispo). Nessas situações, especialmente nas celebrações da Palavra com Comunhão (“culto”), o ministro extraordinário deve portar-se a partir das mesmas normas que valem para a Missa. Não cabe ao ministro “enfeitar” ou “inovar” na distribuição, já que isso é desnecessário e pode até mesmo atrapalhar quem comunga. O que não pode faltar ao ministro é o amor e o carinho para com Jesus Sacramentado. O modo como ele coloca a Comunhão na mão ou na boca do comungante mostra o quanto ele crê ou não no que faz. O ministro que “joga” a Comunhão na mão de quem comunga, expressa sua pouca importância que dá ao Senhor. Um pequeno gesto pode ajudar ou atrapalhar quem se apresenta para o encontro com Jesus Eucarístico.

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07/08/2017

A distribuição da comunhão na missa

O ministro extraordinário da sagrada Comunhão, para cumprir fielmente com o seu ministério, deve conhecer quais são as normas de sua diocese, e de sua paróquia, que orientam a distribuição da Comunhão. A Igreja permite que os fiéis comunguem em pé ou ajoelhados, e recebam a Comunhão da mão ou na língua (boca). Contudo, o Bispo diocesano pode colocar restrições se entender que uma ou outra dessas formas traz problemas – como o de transmitir doenças, por exemplo -, proibindo-as. Portanto, o ministro extraordinário deve estar sempre atento ao seu pároco. Tendo dúvidas, pergunte. Faça tudo em união com a Igreja.

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31/07/2017

O envio a serviço da comunidade

Ninguém é enviado por si mesmo ou para si mesmo. Quem envia é Jesus, por meio da Igreja. E envia para o serviço em determinada comunidade, embora em situações especiais, se possa e deva também a comunidades para as quais não se foi especificamente enviado. Assim sendo, ser ministro extraordinário não é uma honra ou um prêmio: é um sair de si mesmo para estar a serviço daqueles a quem se assumiu o compromisso de servir. Ser enviado é estar presente junto de comunidade e pessoas em nome de Jesus e da Igreja. O ministro não anuncia a si mesmo, mas a Cristo. Ele é o mensageiro, é evangelizador, é missionário. Mais do que as próprias ideias e convicções, fala do Evangelho como a Igreja. Se a partilha é honesta e coerente para dizer que são suas, e não de quem o enviou. Nós servimos a Jesus e à Igreja, e não a nós mesmos.

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27/07/2017

Ministros Ordinários e Extraordinários

Ministros ordinários são os ministros ordenados bispo, presbítero, diácono. Ministros extraordinários são recebem o sacramento da Ordem, em nenhum grau. Os ministros ordinários são ordenados, os ministros extraordinários são enviados. Os primeiros são consagrados para toda a vida, os segundos são enviados por um tempo determinado. Cabe a eles, ordenados e extraordinários, atuarem em unidade e comunhão. Sendo membros da mesma Igreja, e tendo o mesmo Senhor, eles têm em comum – inclusive com todos os demais cristãos e cristãs! – a vocação à santidade e a vocação ao anúncio do Evangelho. É um contratestemunha, e um escândalo, quando, tendo o mesmo Senhor e a mesma Igreja, há rivalidades entre nós. Daí a necessidade de que ministros ordinários e extraordinários saibam se acolher, conscientes de que somos todos limitados e pecadores, aprendendo a perdoar-se, a ajudar-se, a partilhar a vida e as lições que vêm dela. Quanto mais unidade e comunhão entre nós, mais seremos fortes na missão de evangelizar.

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17/07/2017

Os ministros e os testemunho de vida

Se Mesmo não sendo perfeitos, os ministros extraordinários são chamados a serem testemunhas de Jesus Cristo em todos os lugares, não apenas enquanto estão à serviço da comunidade. Antes de serem ministros extraordinários, vocês são cristãos, batizados e batizadas. E onde vocês estiverem, ali estará a Igreja, na pessoa e no proceder de vocês. No trabalho, na família, no lazer, na política… em todo lugar, os ministros são cristãos que, como João Batista, mostram Jesus quem O procurar. Temos férias do trabalho e da profissão, mas não da fé. O ministro que se apresenta para celebrar com a comunidade é o mesmo que na profissão será honesto, no lazer será ético, na política será cidadão. Isso é coerência. Para nós, cristãos, não existe e nem pode existir, separação entre ministério e vida de dia a dia.

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10/07/2017

Os ministros não são perfeitos

A comunidade não tem o direito de exigir que os seus ministros extraordinários sejam perfeitos. Nenhum ser humano o é. Os ministros têm consciência de que têm grande visibilidade, e que são chamados a serem testemunhas na fé. Isso, contudo, não os torna invulneráveis às limitações e aos erros. Abertos à conversão, devem buscar a Confissão sempre que necessário, procurando ser fiéis a Cristo em tempo integral. As Comunidades não esperam que os ministros extraordinários sejam super-homens e super mulheres, mas pessoas que amam a Cristo e ao próximo, servindo com dedicação, humildade e generosidade.

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03/07/2017

Funções dos Ministros extraordinários

Se tem alguém em dúvida, vamos saná-la. O ministro extraordinário da sagrada Comunhão e das exéquias tem as seguintes funções:

(1) Distribuir a Comunhão na Missa;

(2) Distribuir a Comunhão na ausência do ministro ordenado;

(3) Levar a Comunhão aos enfermos, aos idosos e aos que cuidam deles;

(4) Celebrar as exéquias;

(5) Promover a adoração ao Santíssimo Sacramento; expor e repor o Santíssimo.

O ministro da Palavra coordena a celebração na ausência do ministro ordenado e faz a reflexão após a proclamação da palavra de Deus. É importante que se faça tudo bem feito, com fé e dedicação.

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26/06/2017

Uma bênção para a Igreja

Os ministros extraordinários da sagrada Comunhão, da palavra e das exéquias são uma bênção para a Igreja. Atuando em união e comunhão com o clero, eles prestam diversos serviços que o clero jamais conseguiria prestar, até porque é reduzido em número. Recordemos apenas das visitas aos enfermos e aos anciãos. São os ministros que vão até eles, que os escutam, que dizem palavras edificantes, que levam a palavra de Deus e a Comunhão. A vocês, ministros extraordinários, a nossa gratidão!

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19/06/2017

Ser Solidário com os Enfermos

Quando as pessoas estão impedidas de ir até o local da celebração para rezar em comunidade, cabe à comunidade ir até onde elas estão e rezar com elas. O Ministro, ao levar a Comunhão aos enfermos, aos anciãos e a seus cuidadores, “leva” com ele a comunidade, em nome de quem ele se coloca a serviço. Cabe a mim a tarefa de ser “ponte”, unindo quem sofre à sua família na fé. Não apenas eu sou solidário para com eles, mas toda a comunidade o é. O serviço que presto a eles exige de mim fé e amor: fé porque o faço em nome de Jesus, e amor porque me dedico a eles inteiramente. A ternura, a paciência, a escuta e o diálogo são algumas atitudes que não podem me faltar. Sou um Ministro que me dedico ao ministério que me foi confiado.

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12/06/2017

Farei da Eucaristia o meu Serviço

Assim como Jesus se põe ao nosso serviço na Eucaristia, assim eu me coloco a serviço da Eucaristia servindo-a aos meus irmãos e irmãs na fé. Não sou eu que a faço; essa tarefa é própria dos sacerdotes. Eu os auxilio a levar Jesus sacramentado às pessoas que o acolhem como o Senhor de suas vidas. Presto esse serviço com dedicação, respeitando as normas em vigor e em comunhão com os ministros ordenados da minha comunidade. Adoro Jesus na Eucaristia e promovo o seu culto, ajudando os batizados a recebê-lo com fé e proveito. Distribuo a Comunhão com piedade, zelando pelo serviço de meu ministério continuamente. Sou um Ministro consciente de quem estou a serviço: do próprio Jesus.

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05/06/2017

Participarei das Celebrações com Alegria

Sou escalado para servir em algumas celebrações, não em todas. Isso não significa que deixarei de participar quando não for o meu dia de atuar como Ministro. Participo das celebrações para honrar a Deus e rezar em comunidade com meus irmãos e irmãs na fé, independente dos serviços que prestarei, já que delas tomo parte não apenas por que sou Ministro, mas por que sou batizado. Sempre participarei com alegria, da celebração toda, seja ela a Missa, seja a Celebração Dominical da Palavra. Terei na Sagrada Escritura, na Tradição viva, na Eucaristia e na Doutrina da Igreja os alimentos que me darão força para servir. Sou um Ministro consciente do valor de rezar em comunidade.

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29/05/2017

Comunhão com a Comunidade

Não sou o único a estar a serviço da minha comunidade. Como eu, muitos outros se colocam à disposição de seus irmãos e irmãs na fé: os ministros ordenados, os religiosos consagrados, os catequistas, os coordenadores, os administradores e muitos outros. Atuo em unidade com eles, não me isolando da comunidade ou me fechando em meu ministério. Ajo em comunhão, sabendo que temos todos o mesmo Senhor e pertencemos à mesma Igreja. Por isso participo das atividades da ação evangelizadora de minha paróquia e diocese, com o objetivo de ser evangelizado e evangelizar a partir de diretrizes comuns. Sou um Ministro consciente de que sou um servidor entre outros servidores.

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22/05/2017

Exercerei o Ministério com Dedicação

O termo ministério significa serviço, e ministro significa aquele que serve. Tornei-me Ministro ao ser enviado pela Igreja como servidor do povo de Deus em auxílio aos ministros ordenados naquelas funções que não requerem o sacramento da Ordem. O meu ministério não é sinal de honra ou prestígio, mas sim de que estou pronto e disposto a servir. Esse serviço exige renúncia, dedicação e disponibilidade. Ao me colocar à disposição da minha comunidade, o faço livre e gratuitamente, consciente de que, como Jesus, devo estar permanentemente a serviço. Sou um Ministro consciente de que tenho que vencer, diariamente, a acomodação.

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15/05/2017

Compromisso de Cristão

Antes de ser Ministro, sou cristão. Ao ser batizado, tornei-me membro da família de Jesus, a Igreja, por meio da qual recebi do Senhor a vocação à santidade e a missão de evangelizar. Daí que sou chamado a ser coerente com a fé que professo, não apenas por que sou Ministro, mas por que pertenço a Jesus Cristo e Dele sou discípulo missionário. Pelo anúncio e pelo testemunho levo às pessoas as riquezas da Pessoa e do Evangelho do Senhor. Quem olha para mim descobre alguém que faz todo o possível para fazer sempre o bem, a todas as pessoas e em todas as situações. Sou um Ministro consciente de que o batismo me fez sal da terra e luz do mundo.