Mensagens para Ministros Extraordinários

Acompanhe as mensagens. Publicações toda segunda-feira!


07/05/2018

Ser Ministro é ser Servidor

Com vontade e alegria, comecemos o nosso estudo.

A Igreja tem uma instrução para os ministérios extraordinários, redigido pela Congregação para o Clero e por outras secretarias do Vaticano, intitulada Instrução acerca de algumas questões sobre a colaboração dos fiéis leigos no sagrado ministério dos sacerdotes. Embora o título seja longo, o documento é pequeno, mas muito importante para os ministros extraordinários da sagrada Comunhão e das exéquias.

É desse documento que retiramos a designação “Ministro extraordinário da sagrada Comunhão e das exéquias”, com a qual designamos os nossos ministros extraordinários.

Qual é, a partir desse documento, o significado do termo ministro?

Proveniente do latim, o termo ministro significa aquele ou aquela (ministra) que exerce um ofício, que executa uma função, que presta um serviço. Todo ministro exerce um ministério, isto é, coloca-se à disposição de outros. Ser ministro é ser servidor.

Exemplo: “Todos, portanto, quer ministros ordenados, quer fiéis leigos, exercendo suas funções e ministérios, façam tudo e só aquilo que lhes compete” (IGMR,91).

Deus a/o abençoe. Abraço fraterno!

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30/04/2018

Extraordinário, eu?

Existem os ministros ordinários, isto é, os ministros ordenados – diáconos, presbíteros e bispos –, que o são em tempo integral e para toda a vida. Já os ministros extraordinários o são por um determinado tempo, tempo este estipulado pelo bispo de cada Igreja Particular.

De origem latina, o termo extraordinário significa fora do estabelecido, fora do comum, extra, não regular, que foge do usual, que não é ordinário. Exemplo: “O fiel não ordenado pode assumir a denominação genérica de ‘ministro extraordinário’ somente e quando é chamado pela Autoridade competente a desempenhar, unicamente em função de suplência, os encargos…” (ICFL, artigo 1).

Você, portanto, serve a sua comunidade como ministro extraordinário, prestando, em comunhão com o seu pároco, um serviço maravilhoso aos seus irmãos e irmãs de fé.

Deus a/o abençoe. Abraço fraterno!

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26/03/2018

Um convite muito especial

Nos encontros, retiros, palestras e seminários de que tenho participado em todo o Brasil, encontro muitos ministros/as da sagrada Comunhão e das exéquias. Recentemente uma senhora, ministra a dez anos, me questionou da possibilidade de aprofundar a identidade, a vocação, a espiritualidade e o serviço específico confiado pela Igreja pelos ministros extraordinários, utilizando este espaço do blog. Disse a ela que “sim”, e começo a cumprir minha promessa/compromisso a partir da próxima semana.

Já escrevi um livro nessa linha, mas que está esgotado. Vou adaptá-lo e atualizá-lo, colocondo-o gradativamente à sua disposição aqui. Se você  souber de algum outro ministro que queira estudar conosco, convide-o para que se junte a nós!

Até a próxima semana. Abraço fraterno!

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16/03/2018

Liturgia, Mistério e Normas

Celebramos o que sabemos sobre Jesus da Sagrada Escritura e da Tradição viva da Igreja. Mas o que sabemos é pouco perto do que não sabemos, isso porque Jesus, ao revelar a Deus, revelou-se ao máximo, mas nós, por causa de nossas limitações e de nossos pecados, só o aprendemos parcialmente. Pela liturgia celebramos o que conseguimos compreender parcialmente. Pela liturgia celebramos o que conseguimos compreender e, também, o que nos foi revelado mas está além da nossa compreensão. Por isso toda ação litúrgica exige a fé, que consiste na acolhida plena de Deus, inclusive de seus mistérios.

As ações litúrgicas são celebradas levando em conta as normas e diretrizes da Igreja. Contudo, há muito espaço nelas para a espontaneidade e a criatividade. Para tanto, as equipes litúrgicas devem se esforçar para preparar bem as celebrações.

Até a próxima semana. Abraço fraterno!

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12/03/2018

Os Tempos Litúrgicos

O ano litúrgico está dividido em cinco Tempos, a saber: Tempo do Advento, Tempo do Natal, Tempo Comum, Tempo de Quaresma e Tempo Pascal, no qual se inclui o Tríduo Pascal como o “ápice de todo o ano litúrgico” (Instrução Geral do Missal Romano, n. 169).

Semanalmente, no domingo, a Igreja celebra a ressurreição de Cristo; é a nossa “páscoa semanal”. “O domingo é um dia de festa primordial que deve ser lembrado e inculcado à piedade dos fiéis, de modo que seja também um dia de alegria e de descanso” (Sacrosanctum Concilium, n. 106).

Até a próxima semana. Abraço fraterno!

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05/03/2018

O Ano Litúrgico

 

Com início no primeiro domingo do Advento, é término no sábado após a festividade de Cristo Rei, o ano litúrgico “é o desdobramento dos diversos aspectos do único mistério pascal” (Catecismo da Igreja Católica, 1171). Durante um ano – que não coincide com o ano civil – celebramos Jesus Cristo, nosso Salvador. Desde o seu início, a Igreja organizou as celebrações de tal forma que os cristãos celebram o seu Senhor de forma organizada e catequética, não deixando de lado nenhum aspecto da Sua encarnação.

Disse o apóstolo Paulo: “Se é só para esta vida que temos colocado a nossa esperança em Cristo, somos, de todos os homens, os mais dignos de lástima. Mas, não! Cristo ressuscitou dentre os mortos, como primícias dos que morreram!” (cf. 1 Cor 15, 19-20). O Tríduo Pascal – quinta-feira santa, sexta-feira santa e sábado de vigília – é o ponto alto do ano litúrgico. “A páscoa não é simplesmente uma festa entre outras; é a ‘festa das festas’, ‘solenidade das solenidades’. (…) Santo Atanásio a denomina ‘o grande domingo’. O mistério da ressurreição, no qual Cristo esmagou a morte, penetra nosso velho tempo com sua poderosa energia até que tudo lhe seja submetido” (Catecismo da Igreja Católica, 1169).

Até a próxima semana. Abraço fraterno!

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26/02/2018

Intermediações humanas na liturgia

São celebrações liturgicas a missa, os sete sacramentos, os sacramentais (bênçãos, consagrações, exorcismos, certas formas da piedade popular), os funerais cristãos, a liturgia das horas, entre outros.

Além das pessoas, do espaço e dos tempos, a liturgia é celebrada com a utilização de sinais, símbolos, ações, música, contos, imagens. São meios que expressam a ação de Deus a nosso favor e a nossa resposta à sua ação em nós. Porque somos humanos, precisamos das intermediações, que funcionam como pontes para o divino. Quando estivermos todos na glória, após a vinda gloriosa do Filho, celebramos a eterna liturgia, em que estaremos com Ele (cf. Ap 4-5), sem intermediações.

Até a próxima semana. Abraço fraterno!

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19/02/2018

Pai, Filho e Espírito na Liturgia

“Na liturgia da Igreja, DEUS PAI é bendito e adorado como a fonte de todas as bênçãos da criação e da salvação, com as quais nos abençoou em seu Filho, para dar-nos o Espírito da adoção filial. A obra de CRISTO na liturgia é sacramental porque seu ministério de salvação se torna presente nela mediante o poder de seu Espírito Santo; porque seu corpo, que é a Igreja, é como que o sacramento (sinal e instrumento) no qual o Espírito Santo dispensa o mistério da salvação; porque por meio de suas ações litúrgicas a Igreja peregrina já participa, por antecipação, da liturgia celeste. A missão do ESPÍRITO SANTO na liturgia da Igreja é preparar a assembleia para encontrar-se com Cristo à fé da assembleia; tornar presente e atualizar a obra salvífica de Cristo por seu poder transformador e fazer frutificar o dom da comunhão na Igreja” (Catecismo da Igreja Católica, 1110 – 1112). Em resumo, a liturgia se dirige ao Pai, pelo Filho, no Espírito Santo; é a obra/ação da Santíssima Trindade.

Até a próxima semana. Abraço fraterno!

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05/02/2018

O único sacerdócio de Cristo

Não temos como entender a liturgia se não entendemos e sacerdócio de Cristo. “Cristo, sumo sacerdote é único mediador, fez da Igreja “Reino de sacerdotes para Deus seu Pai” (Ap 1,6). Toda a comunidade dos fiéis é, como tal, sacerdotal. Os fiéis exercem seu sacerdócio batismal através de sua participação, cada qual segundo sua própria vocação, na missão de Cristo, Sacerdote, Profeta e Rei. É pelos sacramentos do Batismo e da Confirmação que os fiéis são “consagrados para ser (…) um sacerdócio santo” (LG 10). Os sacerdócio ministerial ou hierárquico dos Bispos e dos presbíteros e o sacerdócio comum de todos os fiéis, embora “ambos participem, cada qual a seu modo, do único sacerdócio de Cristo”, diferem entretanto essencialmente, mesmo sendo “ordenados um ao outro”. Em que sentido? Enquanto o sacerdócio comum dos fiéis se realiza no desenvolvimento da graça batismal, vida de fé, de esperança e de caridade, vida segundo o Espírito, o sacerdócio ministerial está a serviço do sacerdócio comum, refere-se ao desenvolvimento da graça bastismal de todos os cristãos. É um dos meios pelos quais Cristo não cessa de construir e de conduzir sua Igreja. Por isso, é transmitido por um sacramento próprio, o sacramento da Ordem” (Catecismo da Igreja Católica, 1546-1547).

Até a próxima semana. Deus a/o abençoe!

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29/01/2018

Todo batizado é sacerdote

Toda pessoa batizada se torna membro de Cristo, e por isso participa de seu sacerdócio. Ao participar da Missa, participamos dela como povo sacerdotal. Você, como batizado/batizada, não assiste a Missa, e sim participa dela. O sacerdote ordenado (padre e bispo), por sua vez, participa de um modo único, agindo na “pessoa de Cristo”, isto é, faz as vezes de Cristo. É por isso que cabe aos sacerdotes presidir a Missa. Ou seja, todos os batizados participam e celebram a Missa, mas só os sacerdotes a presidem na pessoa de Jesus Cristo.

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22/01/2018

O sacerdócio de Cristo

Existe um único Sacerdote, do qual deriva todo sacerdócio: é o de Jesus Cristo, o Filho de Deus. “Este, porque vive para sempre, possui um sacerdócio eterno. É por isso que lhe é possível levar ao termo salvação daqueles que por Ele vão a Deus, porque vive sempre para interceder, em seu favor” (Hb 7,24). Nunca houve nem jamais haverá um Sacerdote como Cristo: Ele, é só Ele, poderia oferecer-se em sacrifício que salvasse toda a humanidade. E foi o que Ele fez. Na ação litúrgica é sempre Cristo que atua, por intermédio da ação humana, que é sempre, por sua vez, ação da Igreja. Quanto aos sacerdotes – Bispos e padres -, só o são por e em Jesus. Sem o sacerdócio de Jesus, não existiria o sacerdócio de Jesus, não existiria o sacerdócio comum dos fiéis, nem o sacerdócio que provém do sacramento da Ordem.

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15/01/2018

A liturgia ontem e hoje

O primeiro sentido dado à palavra liturgia é muito antigo e significava a ação de uma pessoa em favor de um grupo de pessoas. Depois passou a significar toda ação prestada em favor de uma divindade ou de um governo.

Na Sagrada Escritura, liturgia é o culto a Deus, aquele que a tribo de Levi elevava a Javé em nome do povo israelita.

Portanto, com o passar do tempo, e como acontece com muitos termos, a palavra liturgia foi ganhando novos sentidos até chegar aos dias atuais.

Entre 1962 e 1965 a Igreja realizou o Concílio Vaticano II, um encontro de bispos de todo o mundo, sob a presidência do Papa, para refletir e tomar decisões referentes à evangelização. ( O Concílio Vaticano II caracterizou-se por temas pastorais; outros concílios tiveram como objetivos também decisões doutrinais). Neste Concílio, no documento sobre a liturgia, ela foi apresentada “como a continuação/realização do culto perfeito que Cristo prestou, na sua humanidade, ao Pai”(Dicionário de Liturgia, p. 643).

Na próxima semana refletiremos sobre Jesus Cristo, o Sacerdote perfeito.

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08/01/2018

O ministro e a liturgia 

Ministros e ministras, estamos num novo ano, tempo de graça e de dom de Deus para nós, como também, da nossa parte, mais um ano de amor e serviço. No ano que passou falamos de nós, de tudo um pouco. Neste ano convido vocês para refletirmos juntos, por algum tempo, sobre a liturgia. Vejo, nos encontros que participo, que vocês tem um grande interesse pelas celebrações litúrgicas, e não menos dúvidas. Quanto mais soubermos, mais vamos transformar em ação o que aprendermos. A partir da próxima semana entraremos no assunto, para valer. Desejo a você, à sua família e comunidade, um abençoado e feliz 2018!

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22/12/2017

Adoremos o Senhor

Como os pastores e os magos, somos convidados a ir a Belém, para adorar o Menino. Ele é Deus encarnado, que fez-se um de nós por amor. A você, ministro/ministra extraordinário/a da Sagrada Comunhão, um feliz e santo Natal, com muita paz! Que o senhor, a quem você visitou em tantos enfermos, idosos e cuidadores, encontre abrigo no seu coração, abençoando generosamente a sua vida. FELIZ NATAL! MUITAS BENÇÃOS!

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18/12/2017

Adoração ao Santíssimo

Além de todos os serviços que prestam à comunidade, os ministros são enviados a promover a adoração ao Santíssimo Sacramento, bem como a expô-Lo e repô-Lo. O Manual que você utiliza oferece as orientações básicas. Quanto aos roteiros para adoração, existem diversos de diversas editoras. Com o tempo e a prática, usa-se um roteiro como base, podendo a adoração ser, quase toda ela, espontânea. Importante: só o ministro ordenado – diácono, presbítero e bispo – pode dar a bênção com o Santíssimo. Isso por que têm o sacramento da Ordem.

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11/12/2017

Sem exceção

São muitos os ministros que ficam em dúvida diante do convite para fazer a encomendação deste ou daquele falecido. Conhecem a fama dele ou dela, e ficam com um pé atrás. O que fazer nesses casos? Não tenha dúvida: celebre sempre. A oração nunca é perdida ou inútil. E mais: que direito temos de julgar o outro? Nenhum. Deixemos a Deus o que a Deus pertence. Rezar com e pelos que faleceram é uma expressão de amor. Só não faça a celebração se o pároco o proibir de fazer. Nesse caso, se for perguntado sobre o porquê, fale a verdade. Na paróquia ele é o cooperador direto do Bispo, e não você. Dele a decisão, dele as consequências.

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04/12/2017

Sétimo dia

Rezar no sétimo dia do falecimento de alguém, é rezar por e com o falecido pedindo pelo seu descanso eterno. Assim como Deus “descansou” no sétimo dia, depois de concluir a obra da criação, assim intercedemos por e com quem faleceu para que esteja na eternidade, junto do Senhora. Esta intenção é normalmente colocada na Missa, mesmo que não coincida com o sétimo dia; aqui o importante é a intenção, não o dia. O ministro, se tiver tempo à disposição, pode celebrar o sétimo com a família enlutada; a celebração pode ser feita em casa, no cemitério ou na capela. Basta seguir o roteiro previsto, e presente no Manual. Porém, não esqueça de levar em conta as normas da diocese e/ou paróquia para as celebrações de sétimo dia.

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27/11/2017

A celebração no cemitério

Entre nós, cristãos, lá o costume de fazer uma oração no momento do sepultamento. Não é hora de alongar-se, a não ser que, por impossibilidade, se faça nessa ocasião a celebração de encomendação. Não sendo esse o caso, o que se pode fazer é a bênção da sepultura, inclusive com aspersão de água benta e, enquanto se faz o sepultamento, fazer orações e entoar cantos. O silêncio, nesta hora, também deve ser entendido como um momento de despedida, de reflexão e prece. Os ministros encontrarão, nos bons manuais, um roteiro para uma celebração breve, não mais que três minutos (no máximo, cinco) a ser feita imediatamente antes do sepultamento ou da cremação.

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20/11/2017

A encomendação

A celebração mais importante das exéquias é a encomendação. Nela rezamos pela e com a pessoa falecida, manifestando o nosso desejo de que esteja junto de Deus, na glória. Como o próprio termo afirma, nós a “encomendamos” ao Senhor. Quanto ao ministro, deve ter cuidado de realizar a celebração sem pressa, mas também sem demorar-se. Por isso é necessário iniciá-la em tempo hábil, e não no momento em que está previsto o enterro. E nunca é demais insistir: faça uma reflexão breve, sem esquecer de manifestar os sentimentos de dor, seus e da comunidade, pelo falecimento da pessoa por quem está se rezando. Essa celebração deve ser feita no mesmo local do velório.

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13/11/2017

O velório

O termo “velório” vem de velam. Ou seja, de acompanhar a guarda do corpo de quem faleceu e fazer campanha à família enlutada. É tempo de solidariedade, de escuta, de choro, de dor, de esperança, de abraço, de oração. Se puder, e a família do falecido o quiser, o ministro extraordinário pode conduzir uma celebração apropriada para a ocasião, como o terço meditado, ou uma oração preparada e à disposição no Manual utilizado pelo ministro. A presença dele, ministro, deve ser marcada pela fé e pela esperança na vida eterna. O importante é ser autêntico no que se diz, sabendo ser misericordioso como o Pai o é. Mais do que falar, o ministro de convidar para a oração, inclusive com cantos. O ministro é, ali, a presença da Igreja/comunidade que se entristece com a família enlutada, mas não perde a fé no Deus da Vida.

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06/11/2017

Celebração de exéquias

É a celebração, ou celebrações, que realizamos por e com aqueles que faleceram. Rezamos por eles porque desejamos que estejam junto de Deus. E rezamos com eles porque eles rezam conosco (Comunhão dos Santos). Como essas celebrações são realizadas normalmente em “capelas” mortuárias e, ainda, em residências, exige mais disponibilidade e tempo tanto dos ministros ordenados como dos ministros extraordinários. Daí que o serviço destes é de fato essencial para a ação evangelizadora. Nós, clero, agradecemos e reconhecemos que não conseguiríamos fazer o que fazemos juntos, contando generosidade de vocês.

Se rezamos por e com aqueles que faleceram também rezamos pelo e com aqueles que ficaram, vivendo a dor da perda temporária de seus entes queridos. Além de rezar, dentro das possibilidades que temos também consolamos, fazendo-nos solidários com os que estão enlutados.

Uma recomendação: Jamais, a não ser que você esteja impossibilitado, deixe de fazer uma celebração de exéquias. Se pedirem e você puder realizá-la, realize-a. Não importante quem, como ou por que tenha falecido. A presença da Igreja na pessoa de um batizado/a – no caso, você – é sempre um gesto de amor, que recorda e atualiza o amor incondicional de Deus por todos e cada um dos seres humanos.

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30/10/2017

Quando bate a dúvida

Por orientação dos Bispos, não negamos a Comunhão a ninguém. Mas o que fazer quando bate uma dúvida? Dou ou não a Comunhão a esta ou aquela pessoa por este ou aquele motivo? Não tenha dúvida: fale com o seu pároco, deixe que ele tenha a última palavra. Ele é quem faz a Eucaristia, porque Cristo age na pessoa dele. Foi a ele que o Bispo confiou a paróquia. Se ele tiver dúvida, recorre ao Bispo. Portanto, não fique com a dúvida; leve-a a quem ele cabe por direito. Corre regra geral, o padre se informa com os próprios ministros a respeito dos enfermos, anciãos e cuidadores para decidir se eles podem ou não receber a Comunhão. Sempre que possível, ele vai até a família para vistá-la e para falar sobre a Comunhão. Tendo ouvido o pároco, jogue fora a dúvida, e faça o que ele disser para fazer. Ele é o primeiro responsável pelo rebanho paroquial (é cooperador do Bispo).

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23/10/2017

Fale pouco!

Ao visitar os enfermos, idosos e quem cuida deles, tome o cuidado para não estender em demasia a celebração. Que a mensagem seja breve; diga apenas o essencial. Isso não significa que, concluída a celebração, você não possa ficar mais um tempo para continuar a conversa. A celebração, contudo, não deve ser nem rápida demais, nem longa demais. Cabe a cada ministro discernir de quanto deve ser esse tempo. O bom senso diz que deve ser sempre para menos do que para mais. Não esqueça, também, de deixar à pessoa que comungou, a possibilidade de ficar sozinha para fazer as suas orações pessoais.

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16/10/2017

Guardar as confidências

À medida em que o ministro aprofunda a convivência com os enfermos, idosos e cuidadores, aumenta a confiança mútua e criam-se laços de amizade e solidariedade que podem ser muito fortes. Em razão disso, acontece com frequência que o ministro escute confidenciais daqueles a quem serve. Não é raro que estas confidenciais sejam verdadeiras “confissões”, não no sentido sacramental, e sim na intensidade e abrangência das revelações feitas. Cabe ao ministro guardar tudo o que ouvir, por respeito a quem depositou em suas mãos parte de sua história. Se discernir que seria interessante falar com o sacerdote a respeito do que ouvir, não o faça sem antes pedir autorização ao seu confidente. Se ele não a der, guarde o que ouviu. Embora não tenha o compromisso do sigilo sacramental por não ser sacerdote, o ministro deve fazer juz à confiança de que foi sujeito.

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09/10/2017

Visitar os enfermos que não comungam

Não são muitos os enfermos e idosos que, por algum motivo, não recebem a Comunhão. Embora, nessa caso, os ministros não cumpram com a sua tarefa específica, nem por isso devem abandona-los. Recomenda-se que, sempre que possível, os visitem, conversem com eles e justos rezem. Neles Jesus quer ser acolhido. Melhor ainda se estas visitas se realizarem com a mesma periodicidade com que se leva a Comunhão aos demais enfermos e idosos (e seus cuidadores) que não comungam está se fazendo um “sacramento”, isto é, um sinal do amor de Deus. É verdade que em algumas paróquias há pastorais específicas que fazem este acompanhamento, o que não impede, porém, que os ministros também o façam! Ministros e ministras, Deus os abençoe pela dedicação!

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A comunhão regurgitada

O que fazer quando a Comunhão é regurgitada (vomitada, cuspida)? É claro que o ministro não deve comungá-la. Eis como você deve proceder: coloque a Hóstia numa vasilha com água, mexa-a bem e ela se desmanchará. Em seguida, derrame a água em uma folhagem, flor ou em outro arbusto. A presença de Cristo na hóstia consagrada deixa de existir quando a hóstia se desintegra (O mesmo acontece quando comungamos). Faça tudo com simplicidade e discrição.

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25/09/2017

E quando sobram hóstias?

Pode acontecer que, levando a quantia de costume de hóstias, você não as distribua todas, seja porque alguém não quis comungar naquele dia, seja porque, por exemplo, um dos cuidadores estava ausente. São duas as possibilidades: 1°: Você mesmo comungar a hóstia que sobrou, ou, 2°: Devolver a hóstia no sacrário de onde você a pegou. É uma questão de bom senso. Cabe a você decidir o que se aplica a cada caso. Se você está longe da igreja onde está o sacrário, a solução é optar pela primeira possibilidade. Uma coisa não se deve fazer, nunca: levar hóstia para casa, para só depois a devolver ao sacrário. A hóstia ou fica no sacrário, ou é dada em comunhão.

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18/09/2017

Comunhão aos cuidadores

Todos os que não podem ir à comunidade, têm o direito de receber a Comunhão em casa, desde que estejam preparados. Os enfermos e os idosos impedidos de ir à Igreja não só têm esse direito, como a comunidade tem a obrigação de ir até eles. Porém, os que cuidam deles têm esse mesmo direito, pois estão a serviço de quem está incapacitado de participar da celebração comunitária. É bom lembrar que a maioria dos cuidadores têm que fazer muitas renúncias para estarem disponíveis de quem cuidam. E devem dar a eles toda a atenção possível. Se, chegando para dar a Comunhão, o ministro percebe que tem menos hóstias do que necessário, pode dividi-las (facioná-las) para que ninguém fique sem comungar. Quem pode ir à Igreja, deve receber a Comunhão da Igreja, participando das celebrações.

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11/09/2017

A Comunhão aos Enfermos

Ao levar a Comunhão aos Enfermos, você ministro, o vai em nome da comunidade/Igreja. Já que o enfermo não pode ir à comunidade. a comunidade vai até ele. Isso significa que Jesus Eucarístico é, também, sinal da comunhão existente na comunidade. Prepare bem e com simplicidade esse momento. Faça uma celebração breve mas com muita fé. Não dê lições de doutrina ou de moral; antes, partilhe com o enfermo o Evangelho. Evangelize e deixe-se evangelizar por ele. Lembre que a pessoa a sua frente é amada por Jesus de um jeito especial, por estar carregando uma cruz, a da doença. Seja para ela um “Cirineu”; leve a ela Jesus sacramentado, mas também ofereça o seu ombro amigo e solidário.

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04/09/2017

Purificação Pós-Comunhão

A purificação do cálice, da patena e dos cibários após a Comunhão nas missas devem seguir as normas diocesanas. No Brasil há dioceses em que os bispos recomendam que apenas os ministros ordenados o façam, e outras dioceses em que fica a critério do pároco estabelecer se os ministros extraordinários podem ou não fazê-la. Portanto, é necessário estar atualizado para agir em unidade com a Igreja Particular de que se faz parte. Não deixe de pedir orientações aos colegas ministros mais experientes. Também é interessante convidar o pároco para as reuniões dos ministros, ocasiões em que se pode aproveitar para atender melhor as normas dioceses. O bom entendimento entre presbitério e ministro extraordinário previne possíveis “erros” e aperfeiçoa o serviço prestado pelos ministros extraordinários.

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28/08/2017

Negar ou não a Comunhão

Não devemos negar a Comunhão a ninguém, a não ser por recomendação do Bispo ou do presbitério. Nesse caso cabe a eles a explicação, a quem se nega a Comunhão, o porquê da negação. O ministro extraordinário, porém, pode ou não negar, mas adiar a Comunhão, em dois casos, a saber: 1. Quando uma criança que ainda não fez a Primeira Comunhão apresente-se para recebê-la, e, 2. Quando uma pessoa embriagada ou temporariamente impedida de ter a consciência do que está fazendo (por uso de drogas, por exemplo) quer comungar. Em ambos os caso, deve-se agir com atenção e caridade. Na dúvida, a saída é sempre a mesma: consultar, assim que possível, o pároco. Ele é o cooperador do Bispo na paróquia e sabe que orientações são por ele (Bispo) emanadas para a sua Igreja Particular.

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21/08/2017

Uma ou duas espécies

A comunhão sob uma espécie (só o Corpo ou ó o Sangue) ou sob as duas espécies (o Corpo e o Sangue) dada a quem se aproxima para comungar contém o Cristo todo. A Igreja vem recomendando ultimamente, com a insistência, que se retorne à prática da Comunhão sob as duas espécies, já que ela representa de modo mais fiel o que a Comunhão é: Jesus Cristo verdadeiro, único Senhor. Cabe aos presbíteros e diáconos, e portanto também aos ministros extraordinários, conhecerem as determinações do Bispo, e agirem de acordo. A Comunhão sob as duas espécies exige cibários e cálices apropriados, bem como a formação dos comungantes. Estes têm o direito de serem informados como devem proceder ao comungar. Em suma, faça-se o que determina o Bispo.

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14/08/2017

A distribuição da Comunhão fora da Missa

Entendemos aqui “fora da Missa” apenas quando, numa celebração, não há a presença do ministro ordenado (diácono, presbítero ou bispo). Nessas situações, especialmente nas celebrações da Palavra com Comunhão (“culto”), o ministro extraordinário deve portar-se a partir das mesmas normas que valem para a Missa. Não cabe ao ministro “enfeitar” ou “inovar” na distribuição, já que isso é desnecessário e pode até mesmo atrapalhar quem comunga. O que não pode faltar ao ministro é o amor e o carinho para com Jesus Sacramentado. O modo como ele coloca a Comunhão na mão ou na boca do comungante mostra o quanto ele crê ou não no que faz. O ministro que “joga” a Comunhão na mão de quem comunga, expressa sua pouca importância que dá ao Senhor. Um pequeno gesto pode ajudar ou atrapalhar quem se apresenta para o encontro com Jesus Eucarístico.

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07/08/2017

A distribuição da comunhão na missa

O ministro extraordinário da sagrada Comunhão, para cumprir fielmente com o seu ministério, deve conhecer quais são as normas de sua diocese, e de sua paróquia, que orientam a distribuição da Comunhão. A Igreja permite que os fiéis comunguem em pé ou ajoelhados, e recebam a Comunhão da mão ou na língua (boca). Contudo, o Bispo diocesano pode colocar restrições se entender que uma ou outra dessas formas traz problemas – como o de transmitir doenças, por exemplo -, proibindo-as. Portanto, o ministro extraordinário deve estar sempre atento ao seu pároco. Tendo dúvidas, pergunte. Faça tudo em união com a Igreja.

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31/07/2017

O envio a serviço da comunidade

Ninguém é enviado por si mesmo ou para si mesmo. Quem envia é Jesus, por meio da Igreja. E envia para o serviço em determinada comunidade, embora em situações especiais, se possa e deva também a comunidades para as quais não se foi especificamente enviado. Assim sendo, ser ministro extraordinário não é uma honra ou um prêmio: é um sair de si mesmo para estar a serviço daqueles a quem se assumiu o compromisso de servir. Ser enviado é estar presente junto de comunidade e pessoas em nome de Jesus e da Igreja. O ministro não anuncia a si mesmo, mas a Cristo. Ele é o mensageiro, é evangelizador, é missionário. Mais do que as próprias ideias e convicções, fala do Evangelho como a Igreja. Se a partilha é honesta e coerente para dizer que são suas, e não de quem o enviou. Nós servimos a Jesus e à Igreja, e não a nós mesmos.

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27/07/2017

Ministros Ordinários e Extraordinários

Ministros ordinários são os ministros ordenados bispo, presbítero, diácono. Ministros extraordinários são recebem o sacramento da Ordem, em nenhum grau. Os ministros ordinários são ordenados, os ministros extraordinários são enviados. Os primeiros são consagrados para toda a vida, os segundos são enviados por um tempo determinado. Cabe a eles, ordenados e extraordinários, atuarem em unidade e comunhão. Sendo membros da mesma Igreja, e tendo o mesmo Senhor, eles têm em comum – inclusive com todos os demais cristãos e cristãs! – a vocação à santidade e a vocação ao anúncio do Evangelho. É um contratestemunha, e um escândalo, quando, tendo o mesmo Senhor e a mesma Igreja, há rivalidades entre nós. Daí a necessidade de que ministros ordinários e extraordinários saibam se acolher, conscientes de que somos todos limitados e pecadores, aprendendo a perdoar-se, a ajudar-se, a partilhar a vida e as lições que vêm dela. Quanto mais unidade e comunhão entre nós, mais seremos fortes na missão de evangelizar.

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17/07/2017

Os ministros e os testemunho de vida

Se Mesmo não sendo perfeitos, os ministros extraordinários são chamados a serem testemunhas de Jesus Cristo em todos os lugares, não apenas enquanto estão à serviço da comunidade. Antes de serem ministros extraordinários, vocês são cristãos, batizados e batizadas. E onde vocês estiverem, ali estará a Igreja, na pessoa e no proceder de vocês. No trabalho, na família, no lazer, na política… em todo lugar, os ministros são cristãos que, como João Batista, mostram Jesus quem O procurar. Temos férias do trabalho e da profissão, mas não da fé. O ministro que se apresenta para celebrar com a comunidade é o mesmo que na profissão será honesto, no lazer será ético, na política será cidadão. Isso é coerência. Para nós, cristãos, não existe e nem pode existir, separação entre ministério e vida de dia a dia.

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10/07/2017

Os ministros não são perfeitos

A comunidade não tem o direito de exigir que os seus ministros extraordinários sejam perfeitos. Nenhum ser humano o é. Os ministros têm consciência de que têm grande visibilidade, e que são chamados a serem testemunhas na fé. Isso, contudo, não os torna invulneráveis às limitações e aos erros. Abertos à conversão, devem buscar a Confissão sempre que necessário, procurando ser fiéis a Cristo em tempo integral. As Comunidades não esperam que os ministros extraordinários sejam super-homens e super mulheres, mas pessoas que amam a Cristo e ao próximo, servindo com dedicação, humildade e generosidade.

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03/07/2017

Funções dos Ministros extraordinários

Se tem alguém em dúvida, vamos saná-la. O ministro extraordinário da sagrada Comunhão e das exéquias tem as seguintes funções:

(1) Distribuir a Comunhão na Missa;

(2) Distribuir a Comunhão na ausência do ministro ordenado;

(3) Levar a Comunhão aos enfermos, aos idosos e aos que cuidam deles;

(4) Celebrar as exéquias;

(5) Promover a adoração ao Santíssimo Sacramento; expor e repor o Santíssimo.

O ministro da Palavra coordena a celebração na ausência do ministro ordenado e faz a reflexão após a proclamação da palavra de Deus. É importante que se faça tudo bem feito, com fé e dedicação.

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26/06/2017

Uma bênção para a Igreja

Os ministros extraordinários da sagrada Comunhão, da palavra e das exéquias são uma bênção para a Igreja. Atuando em união e comunhão com o clero, eles prestam diversos serviços que o clero jamais conseguiria prestar, até porque é reduzido em número. Recordemos apenas das visitas aos enfermos e aos anciãos. São os ministros que vão até eles, que os escutam, que dizem palavras edificantes, que levam a palavra de Deus e a Comunhão. A vocês, ministros extraordinários, a nossa gratidão!

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19/06/2017

Ser Solidário com os Enfermos

Quando as pessoas estão impedidas de ir até o local da celebração para rezar em comunidade, cabe à comunidade ir até onde elas estão e rezar com elas. O Ministro, ao levar a Comunhão aos enfermos, aos anciãos e a seus cuidadores, “leva” com ele a comunidade, em nome de quem ele se coloca a serviço. Cabe a mim a tarefa de ser “ponte”, unindo quem sofre à sua família na fé. Não apenas eu sou solidário para com eles, mas toda a comunidade o é. O serviço que presto a eles exige de mim fé e amor: fé porque o faço em nome de Jesus, e amor porque me dedico a eles inteiramente. A ternura, a paciência, a escuta e o diálogo são algumas atitudes que não podem me faltar. Sou um Ministro que me dedico ao ministério que me foi confiado.

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12/06/2017

Farei da Eucaristia o meu Serviço

Assim como Jesus se põe ao nosso serviço na Eucaristia, assim eu me coloco a serviço da Eucaristia servindo-a aos meus irmãos e irmãs na fé. Não sou eu que a faço; essa tarefa é própria dos sacerdotes. Eu os auxilio a levar Jesus sacramentado às pessoas que o acolhem como o Senhor de suas vidas. Presto esse serviço com dedicação, respeitando as normas em vigor e em comunhão com os ministros ordenados da minha comunidade. Adoro Jesus na Eucaristia e promovo o seu culto, ajudando os batizados a recebê-lo com fé e proveito. Distribuo a Comunhão com piedade, zelando pelo serviço de meu ministério continuamente. Sou um Ministro consciente de quem estou a serviço: do próprio Jesus.

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05/06/2017

Participarei das Celebrações com Alegria

Sou escalado para servir em algumas celebrações, não em todas. Isso não significa que deixarei de participar quando não for o meu dia de atuar como Ministro. Participo das celebrações para honrar a Deus e rezar em comunidade com meus irmãos e irmãs na fé, independente dos serviços que prestarei, já que delas tomo parte não apenas por que sou Ministro, mas por que sou batizado. Sempre participarei com alegria, da celebração toda, seja ela a Missa, seja a Celebração Dominical da Palavra. Terei na Sagrada Escritura, na Tradição viva, na Eucaristia e na Doutrina da Igreja os alimentos que me darão força para servir. Sou um Ministro consciente do valor de rezar em comunidade.

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29/05/2017

Comunhão com a Comunidade

Não sou o único a estar a serviço da minha comunidade. Como eu, muitos outros se colocam à disposição de seus irmãos e irmãs na fé: os ministros ordenados, os religiosos consagrados, os catequistas, os coordenadores, os administradores e muitos outros. Atuo em unidade com eles, não me isolando da comunidade ou me fechando em meu ministério. Ajo em comunhão, sabendo que temos todos o mesmo Senhor e pertencemos à mesma Igreja. Por isso participo das atividades da ação evangelizadora de minha paróquia e diocese, com o objetivo de ser evangelizado e evangelizar a partir de diretrizes comuns. Sou um Ministro consciente de que sou um servidor entre outros servidores.

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22/05/2017

Exercerei o Ministério com Dedicação

O termo ministério significa serviço, e ministro significa aquele que serve. Tornei-me Ministro ao ser enviado pela Igreja como servidor do povo de Deus em auxílio aos ministros ordenados naquelas funções que não requerem o sacramento da Ordem. O meu ministério não é sinal de honra ou prestígio, mas sim de que estou pronto e disposto a servir. Esse serviço exige renúncia, dedicação e disponibilidade. Ao me colocar à disposição da minha comunidade, o faço livre e gratuitamente, consciente de que, como Jesus, devo estar permanentemente a serviço. Sou um Ministro consciente de que tenho que vencer, diariamente, a acomodação.

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15/05/2017

Compromisso de Cristão

Antes de ser Ministro, sou cristão. Ao ser batizado, tornei-me membro da família de Jesus, a Igreja, por meio da qual recebi do Senhor a vocação à santidade e a missão de evangelizar. Daí que sou chamado a ser coerente com a fé que professo, não apenas por que sou Ministro, mas por que pertenço a Jesus Cristo e Dele sou discípulo missionário. Pelo anúncio e pelo testemunho levo às pessoas as riquezas da Pessoa e do Evangelho do Senhor. Quem olha para mim descobre alguém que faz todo o possível para fazer sempre o bem, a todas as pessoas e em todas as situações. Sou um Ministro consciente de que o batismo me fez sal da terra e luz do mundo.